quinta-feira, 12 de março de 2009

:: Entrevista com o guitarrista Hugo Albuquerque ::

Fale um pouco da sua carreira.

Bom, não sei se carreira seria o termo correto no meu caso, pois agora que vêm surgindo algumas coisas bem legais. Comecei a tocar guitarra aos 13 anos alguns amigos. Nós só queríamos nos divertir mesmo nos juntávamos na na casa de um, de outro, e tirávamos um som. Com o tempo passamos a levar mais a sério a música e montamos nossa primeira banda, o The Flowers. Depois foram surgindo outras bandas: Lady Evil, Black Sabbath cover, Us Rayban e outras. Agora estou tocando com a Mamãe Ganso e fiz alguns shows com o Leno, o que está sendo muito legal.

Qual o seu trabalho atual com música?

Agora estou com a Mamãe Ganso, o estilo é rock'n blues, um hard setentão. Já estamos com músicas prontas que só estão esperando, ansiosamente, para serem gravadas. Em breve vai estar rolando, pois já estamos trabalhando para isso! Quem quiser conferir uma de nossas músicas, é só acessar o endereço www.myspace.com/mamaeganso
Além disso, rolou de tocar com o Leno agora. Fizemos um show na Chamada Carnavalesca do rock, dia 24 de fevereiro, e no Aprecie Pub, dia 07 de março. No Aprecie foi o lançamento do seu novo trabalho, Idade Mídia, que está super bacana. Rock'n roll de primeira!


Como surgiu o convite para tocar com Leno?

Um colega meu tinha falado com o Leno e ficou sabendo que ele estava precisando de um guitarrista para banda. Meu colega deu meu telefone, ele me ligou, conversamos, passou o repertório e foi isso! Acho que deu certo. Está sendo muito bacana estar ali.


Você se identifica com a Jovem Guarda?


Sim, sim! Há vários clássicos que sempre se ouve por aí. Minha mãe também adora a Jovem Guarda. Acho que ia ser difícil não ter uma identificação.


O que você apreendeu sendo o mais novo na banda?


Acho que nós estamos sempre aprendendo algo. Não importa onde, quando ou com quem, pois em tudo há uma lição a ser aprendida. Lá eu estou em contato com grandes músicos do estado e do Brasil que, apesar de grandes, são pessoas simples. Acho que essa já é uma grande lição.






Larissa Rovane: Jerimum Cultural

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